O Não-objeto
O texto inicial sua narrativa trazendo uma análise dos pensamentos objetificados, pois antes do conceito de abstração as artes sempre era vistas com um sentido representativo —“antes de ser um cavalo de batalha, uma mulher nua ou alguma anedota”.
O texto traz em si, elementos como artes e produções artísticas de artistas famosos, mas com uma certa visão abstrata do conceito de arte, ora, a arte é abstrata
A cultura do não-objeto explora a ação de corpos distintos presentes no espaço sem uma forma ou função específica, apresentar um conjunto de elementos que por podem impelir no espectador sentimentos e interpretações distintas.
O não-objeto, instiga à busca de informações que, consequentemente prende o leitor visual à uma imersão concreta, ali se pode desenvolver a absorção de sentidos não explanados no primeiro contato com a obra. Tornar a criação artística uma forma de viagem a uma dimensão irreal é um exemplo.
“Não se trata da presença ou ausência material da moldura ou da base, trata-se de criar sem o apoio desses elementos.”
A informalidade do não-objeto, me permite refletir “objetificar obras as deixam com um sentido raso, ela é o que é e pronto. Já o uma obra que não se prende à esses princípios torna-se versátil e amplamente debatida, tornando-a única, uma autêntica definição da materialização dos sentidos.
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